Tentantes: conheça 6 dicas eficazes de como engravidar

A decisão de aumentar a família é um dos passos mais emocionantes e especiais na vida de um casal. Quando chega esse momento, é natural que surjam muitas expectativas — e com elas, algumas dúvidas sobre o que fazer para que o tão sonhado positivo apareça.

A boa notícia é que, embora a gravidez dependa de diversos fatores, existem, sim, maneiras de aumentar as chances de concepção e tornar esse caminho mais tranquilo e consciente.

Pensando nisso, reunimos com muito carinho as principais dicas para engravidar, explicando de forma simples o que realmente faz diferença nesse processo. Vamos falar sobre ciclo menstrual, período fértil, estilo de vida, exames e muito mais — tudo pensado para ajudar você a se sentir preparada e confiante nessa etapa tão especial.

Está pronta para começar essa jornada rumo ao positivo? Então siga com a leitura e descubra como tornar o sonho da maternidade ainda mais próximo da realidade.

1. Entenda o seu ciclo menstrual

Um dos primeiros passos para quem está tentando engravidar é conhecer o próprio ciclo menstrual. Isso porque entender como o seu corpo funciona e identificar os sinais de cada fase é essencial para saber quando estão acontecendo os dias férteis — o período em que a chance de concepção é maior.

O ciclo menstrual é dividido em fases e, geralmente, tem duração média de 28 a 30 dias (embora cada mulher possa ter um tempo diferente). Ele começa no primeiro dia da menstruação e se encerra no último dia antes da próxima.

Em ciclos regulares, a ovulação costuma ocorrer cerca de 14 dias antes da menstruação seguinte, e é nesse momento que o óvulo é liberado e pode ser fecundado pelo espermatozoide.

Além de acompanhar o calendário, observar os sinais que o corpo dá pode ser muito útil. Alterações no muco vaginal (que se torna mais elástico e transparente próximo à ovulação), leve aumento da temperatura corporal e até mudanças de humor são pistas de que o período fértil está chegando.

Aplicativos que ajudam a acompanhar o ciclo

Com a tecnologia ao seu favor, monitorar o ciclo menstrual ficou ainda mais fácil! Hoje em dia, existem diversos aplicativos que registram datas da menstruação, calculam a provável janela fértil e enviam lembretes importantes sobre cada fase.

Entre os mais populares estão o Clue, Flo, Kindara e Glow, que oferecem gráficos detalhados e permitem acompanhar sintomas ao longo do mês. Usar esse tipo de ferramenta ajuda a identificar padrões e entender melhor o funcionamento do seu corpo, tornando as tentativas de gravidez mais estratégicas e conscientes.

A importância do período fértil

Saber identificar o período fértil é um dos passos mais importantes para quem deseja engravidar! Isso porque é durante essa fase que ocorre a ovulação, momento em que o ovário libera o óvulo pronto para ser fecundado pelo espermatozoide. Como essa janela de fertilidade dura poucos dias, conhecer o momento certo pode fazer toda a diferença nas chances de concepção.

Em ciclos regulares, a ovulação costuma acontecer por volta do 14º dia antes da próxima menstruação. O período fértil geralmente abrange cinco dias antes e até um dia depois da ovulação, totalizando cerca de seis dias por ciclo em que as chances de engravidar são maiores. Ter relações sexuais dentro dessa janela aumenta significativamente as possibilidades de sucesso.

Outro ponto importante é a frequência das relações. Embora muitas pessoas acreditem que a quantidade seja o fator mais importante, o ideal é manter uma regularidade — cerca de três a quatro vezes por semana durante o período fértil. Assim, é provável que os espermatozoides estejam presentes nas trompas quando o óvulo for liberado.

Teste de gravidez com resultado positivo em mão feminina

2. Hábitos saudáveis que auxiliam na fecundação

Além de conhecer o ciclo menstrual e identificar o período fértil, cuidar do corpo e da mente é fundamental para quem deseja engravidar.

Pequenas mudanças no dia a dia podem ter um grande impacto na fertilidade e preparar o organismo para receber o bebê da melhor forma possível.

A seguir, reunimos alguns hábitos que podem ajudar muito nessa fase:

Alimentação equilibrada

Uma dieta rica em frutas, legumes, verduras, grãos integrais e proteínas magras favorece o equilíbrio hormonal e melhora a saúde reprodutiva. Alimentos com ácido fólico, ferro e zinco, por exemplo, são importantes para a ovulação e para a formação saudável do embrião. Vale conversar com um nutricionista para ajustar o cardápio às suas necessidades.

Prática regular de exercícios

O movimento é um grande aliado da fertilidade — ele melhora a circulação sanguínea, ajuda a regular os hormônios e mantém o peso corporal saudável. Caminhadas, yoga, pilates ou atividades aeróbicas leves são ótimas opções. O importante é evitar excessos: tanto o sedentarismo quanto a atividade física intensa demais podem afetar a ovulação.

Sono de qualidade

Dormir bem é essencial para o equilíbrio hormonal. A falta de sono pode desregular o ciclo menstrual e reduzir a produção de hormônios importantes para a fertilidade. Priorizar noites de sono reparador — entre 7 e 9 horas — é uma atitude simples, mas poderosa, para quem está tentando engravidar.

Controle do estresse

A ansiedade e o estresse em excesso podem afetar diretamente a fertilidade feminina e masculina. Técnicas de relaxamento, momentos de lazer, hobbies e até sessões de terapia podem ajudar a manter a mente tranquila e o corpo mais preparado para a gestação.

Redução de hábitos prejudiciais

Evitar o consumo excessivo de cafeína, álcool e, principalmente, o tabagismo é essencial nessa fase. Esses fatores estão diretamente ligados a alterações na ovulação, na qualidade dos óvulos e dos espermatozoides, além de poderem prejudicar a implantação do embrião.

3. Consultas e exames: aliados importantes

Procurar acompanhamento médico antes e durante as tentativas é um passo essencial nessa jornada. Muitas vezes, a dificuldade em engravidar está relacionada a fatores que podem ser facilmente identificados e tratados com a orientação certa. Além disso, estar com a saúde em dia garante que o corpo esteja preparado para receber e sustentar uma gestação com segurança.

O primeiro passo é agendar uma consulta ginecológica. Nela, a médica ou o médico poderá avaliar seu histórico de saúde, entender como estão seus ciclos menstruais e, se necessário, solicitar exames para investigar a fertilidade. Também é comum que o parceiro seja orientado a realizar exames, já que a saúde masculina é tão importante quanto a feminina nesse processo.

Entre os principais exames estão os hormonais (para avaliar ovulação e função ovariana), ultrassonografias, exames de sangue e testes para identificar possíveis infecções. Além disso, é fundamental conferir se as vacinas estão atualizadas — especialmente as que protegem contra doenças que podem prejudicar a gestação, como rubéola e hepatite B.

Leia também: Quais vacinas o bebê precisa tomar? Descubra o calendário.

4. Posicionamento e frequência

Quando o assunto é engravidar, é comum ouvir diferentes teorias sobre posições, frequência das relações e até “truques” que supostamente aumentariam as chances de sucesso. No entanto, a maior parte dessas ideias são mitos — e entender o que realmente influencia a concepção ajuda a tornar as tentativas mais leves e eficazes.

O fator mais importante não é a posição, e sim o momento da relação sexual. Manter relações nos dias férteis, especialmente nos dois dias que antecedem a ovulação, é o que realmente faz diferença. Isso porque o espermatozoide pode sobreviver por até cinco dias no sistema reprodutor feminino, aumentando as chances de encontrar o óvulo no momento certo.

Quanto à frequência, não é necessário exagerar. Ter relações de três a quatro vezes por semana durante o período fértil costuma ser suficiente. Relações diárias, ao contrário do que muitos pensam, não aumentam significativamente as chances e podem até reduzir a qualidade dos espermatozoides se houver pouca recuperação entre as ejaculações.

5. Fatores emocionais e psicológicos também contam

A jornada para engravidar vai muito além dos cuidados físicos — o lado emocional também tem um papel fundamental nesse processo. É comum que tentantes sintam ansiedade, frustração ou até culpa a cada ciclo que não resulta em um teste positivo, e essas emoções podem, sim, afetar a fertilidade.

O estresse em excesso, por exemplo, pode desregular a produção hormonal e interferir diretamente na ovulação. Além disso, quando a ansiedade toma conta, o corpo tende a ficar em estado de alerta, dificultando o equilíbrio necessário para a gravidez acontecer naturalmente.

Por isso, cuidar da saúde mental é tão importante quanto acompanhar o ciclo ou fazer exames. Criar espaços de autocuidado no dia a dia — como momentos de descanso, hobbies, práticas de respiração ou meditação — pode ajudar a reduzir a pressão. A terapia também é uma excelente aliada, especialmente para quem sente que as tentativas estão se tornando um peso emocional.

6. Quando procurar ajuda especializada

Em muitos casos, engravidar acontece naturalmente dentro de alguns meses de tentativas. No entanto, se isso não acontecer, pode ser o momento de buscar apoio médico mais aprofundado.

A recomendação geral é procurar um especialista em fertilidade após 12 meses de tentativas sem sucesso (ou 6 meses, caso a mulher tenha mais de 35 anos).

Durante a consulta, o médico vai solicitar exames mais detalhados tanto para a mulher quanto para o homem, investigando fatores hormonais, anatômicos e genéticos que possam estar dificultando a concepção.

Essa avaliação permite identificar possíveis causas e indicar os melhores caminhos para aumentar as chances de gravidez — seja com tratamento medicamentoso, acompanhamento mais próximo do ciclo ou técnicas de reprodução assistida.

Leia também: Pré-natal completo, exames e momentos da futura mamãe.

Dicas extras que podem ajudar no processo

Além dos cuidados principais com o ciclo, o período fértil, a saúde e o emocional, existem algumas ações simples que podem fazer diferença nas tentativas e aumentar ainda mais as chances de engravidar.

Aqui vão pequenos ajustes na rotina podem trazer grandes resultados a longo prazo:

  • Prefira lubrificantes à base de água que não interfiram na mobilidade dos espermatozoides;

  • Mantenha consultas regulares com o ginecologista, mesmo durante as tentativas;

  • Cuide da saúde íntima e trate infecções assim que elas surgirem;

  • Mantenha o peso corporal na faixa saudável para seu biotipo;

  • Evite banhos muito quentes com frequência, pois podem afetar a produção de espermatozoides;

  • Envolva o parceiro no processo e incentive que ele também faça exames preventivos;

  • Adote um estilo de vida equilibrado, com rotina de sono, alimentação e exercícios alinhados;

  • Tenha paciência: cada organismo tem seu tempo, e respeitar esse ritmo é fundamental.

Quanto tempo demora para engravidar?

Cada organismo tem seu tempo, mas em média, um casal saudável leva de 6 a 12 meses para conseguir engravidar naturalmente. Esse período pode variar conforme a idade, estilo de vida e histórico de saúde dos dois parceiros.

Quantas vezes por semana devo ter relações para engravidar?

A frequência ideal é de três a quatro vezes por semana durante o período fértil. Assim, aumentam as chances de que os espermatozoides estejam disponíveis para fecundar o óvulo no momento certo.

É verdade que a posição influencia nas chances?

Não há comprovação científica de que uma posição específica aumente as chances de gravidez. O mais importante é manter relações durante a janela fértil e garantir que ambos estejam confortáveis e relaxados.

O estresse pode dificultar a gravidez?

Sim. O estresse pode alterar a produção hormonal e interferir na ovulação e na fertilidade. Por isso, é essencial cuidar do bem-estar emocional e encontrar formas de relaxar durante as tentativas.

Devo tomar ácido fólico antes de engravidar?

Sim. O ácido fólico é um dos suplementos mais importantes na fase pré-concepção, pois ajuda na formação do tubo neural do bebê e reduz o risco de malformações. Idealmente, deve ser iniciado pelo menos três meses antes de engravidar.

Homens também precisam fazer exames?

Com certeza. A saúde masculina representa metade da equação da fertilidade. Exames simples, como o espermograma, ajudam a avaliar a quantidade, motilidade e qualidade dos espermatozoides.

Mulher segurando teste de gravidez em cama

Esperamos que este guia tenha tirado algumas de suas dúvidas sobre como engravidar e te ajudado a entender quais são as melhores práticas para adotar nesse período.

Se você deseja se preparar ainda mais para essa nova fase, aproveite e continue acompanhando o blog da ABC Design! Temos vários conteúdos que podem te ajudar, desde dicas de maternidade, ideias de nomes para bebês e muito mais.

Até o próximo post!

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Equipe ABC Design

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